Fechar menu
Alagoas Informa
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
    segunda-feira, agosto 31
    Em alta
    • Arthur Lira promete integrar capital e interior com foco em entregas concretas em Alagoas
    • Reforma tributária: split payment obrigatório adiado para 2028 e impacto em Alagoas
    • Maceió Pop Festival revela identidade visual psicodélica e kitsch para sua terceira edição
    • Flamengo avança nas contratações de Anthony Valencia e Joaquín Freitas para reforçar ataque
    • Arthur Lira destaca experiência e força para Alagoas avançar no Senado
    • Real Madrid x Málaga: Onde Assistir, Escalações e Palpite para a La Liga
    • Jovens de Alagoas e a distância da política nas Eleições 2026
    • Energia Solar em Alagoas: Crescimento Impulsiona Inovação e Desafia Rede Elétrica
    Alagoas InformaAlagoas Informa
    • Home
    • Cultura
    • Economia
    • Em Alta
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Política
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Turismo
    Alagoas Informa
    Início»Saúde»São Paulo Inova no Diagnóstico e Tratamento de Doenças Raras: Conheça as Novidades
    Saúde

    São Paulo Inova no Diagnóstico e Tratamento de Doenças Raras: Conheça as Novidades

    28 de fevereiro de 2026
    São Paulo Inova no Diagnóstico e Tratamento de Doenças Raras: Conheça as Novidades
    Compartilhar
    Facebook Twitter E-mail LinkedIn WhatsApp Copiar link

    Avanços no Cuidado a Pacientes com Doenças Raras

    A saúde pública de São Paulo prioriza o atendimento a pacientes diagnosticados com doenças raras. No Dia Mundial das Doenças Raras, celebrado em 28 de fevereiro, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) revela os progressos do Programa de Apoio às Pessoas com Doenças Raras e seus Familiares nos últimos cinco anos.

    Desde 2022, a rede municipal passou a oferecer, além de consultas com médicos geneticistas no Instituto Jô Clemente, testes de diagnóstico genômico para pacientes com doenças raras que estão associadas a deficiências intelectuais ou ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) sindrômico. Essa iniciativa possibilita o diagnóstico de condições como a síndrome do X-Frágil, síndrome de Williams, síndrome de Rett, síndrome de Prader-Willi, síndrome de Angelman e síndrome de Cornélia de Lange.

    A partir de 2024, o Hospital Dia Flávio Gianotti começará a atender usuários sem deficiência intelectual ou TEA sindrômico, oferecendo testes genômicos e consultas médicas especializadas.

    Nos últimos cinco anos, foram realizados mais de 2.146 testes de diagnóstico genômico focados em pacientes com doenças raras. Além disso, a SMS registrou mais de 9.607 consultas com médicos geneticistas no Ambulatório de Diagnóstico em Doenças Raras e Deficiência Intelectual/TEA, além de 1.053 atendimentos realizados no Hospital Dia Flávio Gianotti.

    Triagem Neonatal e Cuidado Abrangente

    A SMS também implementa uma triagem neonatal ampliada, conhecida como teste do pezinho, que identifica mais de 50 tipos de doenças raras em recém-nascidos que apresentam sintomas ou estão internados em unidades de terapia intensiva (UTI) neonatal. Para bebês assintomáticos, o exame contempla a detecção de 27 doenças, conforme os protocolos vigente. Este teste é oferecido a todos os recém-nascidos nascidos em maternidades da Rede SUS da cidade.

    Desde 2021, a rede municipal já realizou mais de 420 mil triagens neonatais. Assim, os pacientes não apenas passam pela testagem inicial, mas também têm acesso a exames confirmatórios, consultas com especialistas e a definição de um plano de cuidado específico para cada doença diagnosticada.

    Entre 2020 e 2024, aproximadamente 180 casos de doenças raras foram diagnosticados na rede municipal, abrangendo dois grupos principais de doenças genéticas raras.

    Doenças Genéticas Raras e sua Complexidade

    O primeiro grupo é composto por erros inatos da imunidade (EII), como imunodeficiências primárias, que afetam o desenvolvimento e funcionamento do sistema imunológico. Exemplos incluem a imunodeficiência combinada grave (SCID) e condições como doenças do timo e linfopenia T.

    O segundo grupo abrange erros inatos do metabolismo (EIM). Entre essas condições, destaca-se a galactosemia, que dificulta a metabolização da galactose (açúcar presente no leite), levando ao acúmulo de substâncias tóxicas no organismo. Outros distúrbios, como os da beta-oxidação mitocondrial de ácidos graxos, podem causar sérios problemas de saúde, como hipoglicemia hipocetótica e cardiomiopatias.

    O coordenador do Programa de Doenças Raras da SMS e geneticista, Carlos Eugênio Andrade, ressalta: “O custeio da testagem ampliada para as demais 43 doenças, incluindo exames confirmatórios e aconselhamento genético, é realizado exclusivamente pelo município de São Paulo.”

    Nos últimos cinco anos, dentro da triagem ampliada, foram realizados 670 testes metabólicos, 1.177 testes imunológicos e 943 testes genômicos confirmatórios. Além disso, 980 atendimentos de aconselhamento genético foram feitos em colaboração com o Instituto Jô Clemente.

    Desafios no Diagnóstico de Doenças Raras

    As doenças raras geralmente se manifestam com sintomas semelhantes a doenças mais comuns, o que pode dificultar o diagnóstico. Estima-se que existam mais de 5 mil tipos diferentes de doenças raras, causadas por fatores genéticos, ambientais, infecciosos entre outros.

    Esse grupo inclui condições associadas a deficiências intelectuais, anomalias congênitas e doenças raras imunomediadas, a maioria delas com um componente genético. Algumas dessas doenças ocorrem de forma restrita em famílias específicas ou em indivíduos.

    A história de Eni Maria da Silva, de 62 anos, professora aposentada e membro da Comissão de Doenças Raras, ilustra esses desafios. Ela convive com lúpus e mais duas doenças raras: síndrome do anticorpo antifosfolípide e hipertensão pulmonar. Eni, que recebeu o primeiro diagnóstico há cerca de 40 anos, elogia o atendimento que recebe da rede municipal.

    Na Atenção Básica, ela destaca o trabalho da agente comunitária de saúde da Unidade Básica de Saúde (UBS), que realiza visitas periódicas à sua casa para acompanhamento clínico e atualização do prontuário. “É um cuidado marcado pela empatia e pela busca ativa, uma estratégia de saúde que admiro muito”, ressalta Eni.

    diagnóstico de doenças raras gestão saúde pública programas de saúde testes genômicos
    Artigo anteriorCrédito Privado sob a Influência Política: Perspectivas para 2025
    Próximo artigo Campeonato Alagoano: Onde Assistir à Final CRB x ASA e Expectativas para o Jogo

    Noticias relacionadas

    Saúde

    Brasil alcança 214,2 milhões de habitantes enquanto crescimento em Alagoas quase estagna

    29 de agosto de 2026
    Em Alta

    IPMA alerta para 13 distritos em aviso amarelo por chuva e trovoada

    24 de agosto de 2026
    • Alagoas
    • Cultura
    • Economia
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Política
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Sobre o Alagoas Informa
    • Política de privacidade
    • Termos de Serviço

    Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.