Como funciona o atendimento no Hospital da Criança de Alagoas
O Hospital da Criança de Alagoas (HCA), localizado em Maceió, é um dos principais centros de atendimento pediátrico no estado. Ele atende crianças de todas as 102 cidades alagoanas por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Desde abril de 2022, o hospital recebe pacientes que têm entre 29 dias e 13 anos, 11 meses e 29 dias.
O acesso ao HCA ocorre exclusivamente por encaminhamento, seguindo o Sistema Estadual de Regulação (Sisreg). Isso significa que a criança deve passar primeiro por uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), hospital de porta aberta ou Unidade Básica de Saúde (UBS). Após essa etapa, o encaminhamento para o hospital é feito conforme a necessidade do paciente.
Agendamento e atendimento especializado
Para consultas ambulatoriais, o agendamento também é realizado pelo Sisreg, através das UBSs ou das secretarias municipais de saúde. O diretor médico do hospital, pediatra Roney Damacena, reforça que o HCA não oferece atendimento de urgência ou emergência. “Os pacientes chegam regulados para consultas, exames ou internações, o que assegura um atendimento mais organizado e justo”, explica.
Leia também: Alagoas reduz taxa de sub-registro de nascimentos para 0,56% em 2024
Leia também: Defensoria Pública de Alagoas Recomenda Atendimento a Idosos sem Acompanhante
O Hospital conta com uma estrutura que inclui 54 leitos de enfermaria e 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), além de exames laboratoriais e de imagem. O ambulatório do HCA oferece mais de 20 especialidades e subespecialidades, incluindo atendimento multiprofissional, garantindo um cuidado completo para as crianças.
Histórias que revelam o impacto do hospital
Entre os pacientes atendidos está Benjamin Gomes, acompanhado no ambulatório por uma gastropediatra. A mãe, Livia Gomes, destaca: “Meu filho recebe atendimento completo, desde a recepção até a consulta. A resolutividade do hospital é surpreendente”.
Outro exemplo é a pequena Sophia Eloá, que foi diagnosticada com síndrome de Ondine no próprio hospital. A mãe, Luana Oliveira, relata que Sophia ficou internada por 11 meses e continua em acompanhamento. “Criamos um vínculo muito forte com os profissionais, que cuidam dela com muito carinho”, afirma.
Leia também: GDF reforça atendimento pediátrico com contratação emergencial de médicos
Fonte: gpsbrasilia.com.br
Essa organização e atenção especializada do Hospital da Criança de Alagoas mostram a importância de um sistema regulado para garantir que os pacientes recebam o cuidado adequado e em tempo hábil.

