Contexto e Processo Eleitoral para o Senado em Alagoas
Mais de 2 milhões de eleitores em Alagoas vão às urnas no dia 4 de outubro para escolher dois senadores que representarão o estado em Brasília no mandato de oito anos. A votação exige que o eleitor digite o número do candidato, composto por três dígitos, e confirme a escolha, conferindo foto, nome e partido. Para o Senado, esse procedimento é repetido para escolher os dois representantes.
Atribuições e Importância do Senado Federal
Cada estado brasileiro, incluindo o Distrito Federal, conta com três senadores. No pleito de 2026, serão eleitos dois para cada estado. A função do senador abrange a fiscalização do Poder Executivo, a criação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e a aprovação ou rejeição de nomeações presidenciais para cargos como diplomatas, Procurador-Geral da República (PGR) e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Nas eleições gerais, mais de 158 milhões de eleitores decidirão também deputados federais, estaduais ou distritais, governadores e presidente da República. A Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor leve uma cola eleitoral de papel com os números dos candidatos, já que o uso de celular é proibido na cabine de votação.
Perfis dos Candidatos ao Senado por Alagoas
Alexandre Fleming (UP) — 800
Servidor público federal e professor de História no Instituto Federal de Alagoas (Ifal), Alexandre Fleming disputa o Senado pela primeira vez. Anteriormente, concorreu pelo Psol a vereador (2004) e prefeito (2012) de Maceió, além de deputado federal, sem sucesso.
Leia também: Disputa Acirrada no Senado em Alagoas: Empate Técnico Entre Três Candidatos pela Vaga
Leia também: Candidatos ao Senado por Alagoas (AL): confira a lista oficial para as eleições de 2026
Arthur Lira (PP) — número não informado no texto
Deputado federal em seu quarto mandato consecutivo, Arthur Lira foi presidente da Câmara dos Deputados entre 2021 e 2025. Entrou na política nos anos 90, eleito vereador de Maceió em 1992, e atuou na Assembleia Legislativa do estado entre 1999 e 2011. Esta é sua primeira candidatura ao Senado.
Davi Davino Filho (Republicanos) — 100
Em busca do segundo mandato no Senado, Davi Cabral Davino Filho já foi deputado estadual de Alagoas, eleito em 2014 e cumprindo dois mandatos até 2023. Presidiu a Comissão de Ciência e Tecnologia e coordenou a Frente Parlamentar da Juventude durante sua atuação na Assembleia Legislativa.
Dr. Wanderley (MDB) — 156
Deputado estadual desde 2023, o médico José Wanderley Neto tem trajetória na política iniciada nos anos 90. Foi secretário estadual de Saúde entre 1995 e 1997, vice-governador de Alagoas de 2007 a 2011 e assumiu o governo do estado em 2022 após eleição indireta pela Assembleia Legislativa, ocorrida depois do afastamento do então governador pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Mariedson (Democrata) — 355
José Mariedson da Silva, em sua primeira disputa ao Senado, tem atuação focada na defesa do esporte e geração de oportunidades, segundo suas redes sociais. Já tentou se eleger vereador de Maceió e deputado estadual em eleições anteriores, sem êxito.
Leia também: Candidatos a governador no Pará (PA): lista completa para as eleições 2026
Fonte: belembelem.com.br
Leia também: Candidatos a governador no Paraná (PR): confira a lista completa para as eleições 2026
Fonte: ctbanews.com.br
Marina JHC (PSDB) — 456
Empresária e estreante em eleições, Maria Antunes Candia e Figueiredo é casada com o ex-prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (JHC), figura conhecida na política local.
Renan Calheiros (MDB) — 151
Senador desde 1995, Renan Calheiros tem longa trajetória política iniciada em 1983. Foi Ministro da Justiça no governo Fernando Henrique Cardoso e presidente do Senado em diferentes mandatos, com destaque para o período entre 2005 e 2007 e depois de 2013 a 2017. Sua carreira inclui episódios relevantes, como a renúncia à presidência do Senado durante o escândalo conhecido como Renangate.
Próximos Desdobramentos e Observe o Calendário
A disputa ao Senado em Alagoas marca um capítulo decisivo nas Eleições 2026. A Justiça Eleitoral orienta atenção à ordem de votação e ao cumprimento das regras para garantir a legitimidade do pleito. O resultado consolidará a representação do estado no Congresso Nacional pelos próximos oito anos, influenciando decisões administrativas e políticas com impacto direto na população alagoana.

