Ações Educativas no Porto de Maceió
Joyce Marques / Ascom RAVA – A Rede de Atenção às Violências (RAV), ligada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), promoveu nesta quarta-feira (25) mais uma edição da campanha “Violência Não é a Nossa Praia”. As atividades aconteceram no Porto de Maceió, focadas nos turistas que chegaram à cidade a bordo do cruzeiro MSC Seaview.
Ao longo da ação, a equipe da RAV apresentou diversas estratégias para a prevenção e combate à violência, visando informar os visitantes sobre os serviços assistenciais oferecidos pelo Governo de Alagoas às pessoas em situação de vulnerabilidade. Os turistas puderam acessar materiais gráficos interativos, que traziam informações sobre contatos e locais de atendimento da RAV em todo o Estado.
“Nosso trabalho no Porto de Maceió é apresentar os equipamentos assistenciais que o Estado dispõe para pessoas em situação de violência, além de intensificar o enfrentamento e a prevenção à violência em Alagoas. Iniciamos esse trabalho em fevereiro, e a programação deve seguir até abril”, destacou Laura Oliveira, gerente executiva da RAV.
Rede de Atenção às Violências
A Rede de Atenção às Violências é responsável pela gestão das Salas Lilás e dos pontos de acolhimento localizados em Maceió e no interior do Estado. Na capital alagoana, essas salas estão disponíveis no Hospital da Mulher de Alagoas, no bairro Poço; no Complexo de Delegacias Especializadas (Code), em Mangabeiras; e no Hospital Geral do Estado (HGE), localizado no Trapiche.
No interior, o atendimento ocorre em diversas cidades, como em Rio Largo, no Hospital Dr. Ib Gatto Falcão; em Arapiraca, no Hospital de Emergência do Agreste (HEA); em Delmiro Gouveia, no Centro Integrado de Segurança Pública (CISP); e em Porto Calvo, no Hospital Regional do Norte (HRN).
A RAV oferece assistência a oito grupos vulneráveis, incluindo crianças e adolescentes, mulheres, pessoas pretas, pessoas com deficiência, idosos, povos originários, comunidades tradicionais, população LGBT+, além de vítimas de violência sexual e doméstica. Essa diversidade de atendimento é fundamental para garantir a proteção e os direitos de todas as pessoas em situação de vulnerabilidade.

