Compromisso com a Luta Social
O Sinteal, representado pela vice-presidenta Consuelo Correia, esteve presente na abertura do 32º Encontro do MST em Alagoas, realizado em Satuba, na região metropolitana de Maceió, nesta terça-feira (6). Durante o evento, Correia enfatizou a importância da parceria com o Movimento dos Sem-Terra e a necessidade de unir os movimentos sociais em defesa da democracia e da soberania nacional.
“Participamos da abertura do 32º Encontro do MST em Alagoas, como sempre fazemos, nessa colaboração com esse movimento de luta, que é um instrumento essencial para a democratização do país e para os enormes desafios que enfrentamos em 2026. Se já eram significativos, após os acontecimentos no dia 3 de janeiro, com a invasão da Venezuela por Trump, eles se tornaram ainda maiores. Isso destaca a urgência da união entre os movimentos sociais. Agradecemos o convite para refletir sobre essa luta e construção popular, na qual estamos sempre presentes. Somente por meio da mobilização da classe trabalhadora, tanto do campo quanto da cidade, conseguiremos avançar em nossa luta por direitos no Brasil e no mundo”, afirmou Consuelo Correia.
O Papel do MST e a Sustentabilidade
A vice-presidenta do Sinteal também abordou a relevância do MST na produção de alimentos saudáveis e sua atuação em defesa do meio ambiente. “O MST é um movimento grandioso, tanto pela sua força quanto pelas pautas que defendem, especialmente a plantação de alimentos saudáveis. Sem a produção rural, nossas cidades não têm o que comer. Contudo, eles não se limitam a questões de produção alimentar; também se preocupam com a questão ambiental, lutando contra quem destrói nosso ecossistema”, destacou.
Correia ressaltou a importância de alterar a configuração do Congresso Nacional para o próximo período, mencionando que o parlamento brasileiro historicamente trabalhou contra a classe trabalhadora, com políticas que retiraram direitos essenciais e favorecendo interesses pessoais de muitos de seus membros.
“Nosso maior receio é que 2026 é um ano eleitoral e precisamos eleger representantes verdadeiramente comprometidos com a classe trabalhadora. Grande parte do Congresso Nacional não nos representa e tem usurpado nossos direitos”, concluiu a vice-presidenta do Sinteal.

