Compromisso com a Segurança das Mulheres Policiais
O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) se une a diversas entidades para expressar seu repúdio ao brutal assassinato da policial civil e professora Juliana Matos de Lima Santiago. O crime, que chocou não só os membros da Polícia Civil, mas a sociedade como um todo, traz à tona a alarmante vulnerabilidade das mulheres policiais e revela que a violência de gênero não se restringe apenas às cidadãs comuns, mas afeta também profissionais da própria instituição policial.
Em resposta a essa situação crítica, o Sindpol mantém a Sala das Mulheres, que é composta por duas diretoras que trabalham na defesa dos direitos das policiais. Essa iniciativa oferece suporte no combate ao assédio moral e sexual, buscando impedir qualquer forma de violência contra as mulheres. O atendimento é realizado todas as quartas-feiras, das 9h às 12h, na sede do Sindpol, um espaço seguro e acolhedor para as profissionais.
Juliana Matos viu sua vida, assim como sua promissora carreira, serem tragicamente interrompidas. Ela exercia funções fundamentais para a segurança da população quando foi assassinada de maneira covarde, sem chance de defesa, em um ato de extrema crueldade. O crime ocorreu em Porto Velho, Rondônia, dentro de uma instituição de ensino, na sexta-feira, dia 6.
Num ambiente de constantes ameaças, assédio, isolamento e controle, as mulheres policiais civis não devem enfrentar a violência sozinhas. É crucial que busquem apoio em suas entidades sindicais. O Sindpol reafirma seu compromisso em combater todas as formas de violência, defendendo tanto os homens quanto as mulheres que atuam na Polícia Civil. O sindicato reforça que as mulheres não estão sozinhas e têm um aliado forte na luta contra a violência.
O Sindpol expressa solidariedade aos familiares, amigos e colegas de Juliana Matos, ampliando esse apoio a todas as mulheres que exercem a função de policiais civis. Essa tragédia não deve ser esquecida, pois representa um alerta sobre a necessidade de proteção e respeito às mulheres em todas as esferas, incluindo dentro da própria força policial.

