Desfecho da Saída dos EUA da OMS
Os Estados Unidos irão oficialmente se retirar da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quinta-feira, dia 22, em meio a advertências de que essa decisão poderá ter consequências negativas tanto para a saúde pública no país quanto a nível global. Além disso, essa saída contraria uma legislação americana que demanda que o país quite cerca de US$ 260 milhões em taxas de adesão à agência de saúde da ONU.
A decisão, anunciada pelo então presidente Donald Trump por meio de uma ordem executiva logo no início de seu mandato, em 2025, segue uma exigência legal que estipula a notificação prévia de um ano à OMS e o pagamento de todas as taxas pendentes antes da saída da organização.
Um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA declarou que a incapacidade da OMS em gerenciar e disseminar informações durante crises sanitárias resultou em prejuízos financeiros que somam trilhões de dólares para o país. Assim, a administração decidiu suspender futuras transferências de recursos e apoio à organização, enfatizando que o povo americano já contribuiu excessivamente para a OMS, com o impacto econômico sendo considerado bem mais significativo do que os pagamentos de obrigações financeiras.

