Fechar menu
Alagoas Informa
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
    sexta-feira, outubro 2
    Em alta
    • Goiás é goleado pelo Novorizontino na Série B e vê acesso ficar distante
    • Projeção indica nove deputados federais para Alagoas com PP/União liderando vagas
    • Festival Internacional de Cultura de Maceió: o encontro que colocou a cidade no mapa cultural
    • Programa Mais Movimento, Mais Saúde completa um ano levando atividade física às unidades de saúde de Penedo
    • Inspire-se consolida Arapiraca como potência da moda autoral e impulsiona economia criativa
    • Estudante da EJA de Lauro de Freitas conquista 2º lugar no Concurso Jovem Jornalista
    • Jornalista com Síndrome de Down Lança Livro que Celebra a Inclusão e a Realização de Sonhos
    • Maceió impulsiona turismo com alta de 7,4% nos desembarques e salto no fluxo internacional
    Alagoas InformaAlagoas Informa
    • Home
    • Cultura
    • Economia
    • Em Alta
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Política
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Turismo
    Alagoas Informa
    Início»Tecnologia»Secult e Ufal: Digitalização de Obras Raras Revoluciona Acesso à Cultura em Alagoas
    Tecnologia

    Secult e Ufal: Digitalização de Obras Raras Revoluciona Acesso à Cultura em Alagoas

    1 de abril de 2026
    Secult e Ufal: Digitalização de Obras Raras Revoluciona Acesso à Cultura em Alagoas
    Compartilhar
    Facebook Twitter E-mail LinkedIn WhatsApp Copiar link

    Transformando a Memória Cultural de Alagoas

    A Biblioteca Pública Estadual Graciliano Ramos, localizada no coração de Maceió, é um verdadeiro santuário de conhecimento. Com cerca de 6 mil obras raras, a biblioteca guarda capítulos essenciais da história de Alagoas, do Brasil e do mundo. Recentemente, esse patrimônio cultural começou a ser revitalizado através da digitalização do acervo, fruto de uma colaboração inovadora entre a Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa (Secult) e a Universidade Federal de Alagoas (Ufal).

    A digitalização das obras raras não apenas preserva documentos frágeis, que antes tinham acesso limitado e demandavam cuidados rigorosos, mas também amplia seu alcance. Agora, pesquisadores, estudantes e o público em geral poderão acessar esses materiais de forma mais democrática, sem comprometer a integridade das obras originais.

    Esse movimento se alinha a um esforço contínuo que remonta a 2014. Naquele ano, durante um projeto de restauração e modernização, foi identificada a presença de milhares de exemplares raros. Isso levou à criação do setor de obras raras, que se dedicaria à organização, estudo e preservação desse material valioso.

    Investimentos em Preservação e Acesso

    Com a aprovação da Política de Desenvolvimento de Coleções em 2015, diretrizes foram estabelecidas para a preservação, catalogação e ampliação do acesso ao acervo. Essas diretrizes garantem que a biblioteca atenda a parâmetros reconhecidos nacional e internacionalmente.

    As obras raras vão muito além do texto impresso. Elas são verdadeiros relicários do tempo, apresentando características como encadernações feitas à mão, tipos de papel que já não existem mais e anotações que revelam a história de quem os leu. Cada detalhe oferece uma nova perspectiva sobre os aspectos culturais, científicos e sociais de diferentes épocas.

    Um dos destaques do acervo é a coleção “Contos de Diogo de Couto”, publicada em 1778, que traz uma narrativa sobre a expansão marítima portuguesa e continua a ser uma fonte valiosa para historiadores e estudiosos.

    Uma Conexão Entre Gerações

    A digitalização é vista como uma extensão natural do trabalho de preservação e valorização desse importante patrimônio. Ao converter páginas frágeis em arquivos digitais, a iniciativa não apenas protege os originais, mas também democratiza o acesso ao conhecimento.

    “Estamos diante de um trabalho que conecta gerações. Ao digitalizar essas obras, ampliamos o acesso ao conhecimento e cuidamos de um patrimônio que pertence a todos os alagoanos”, declarou Mellina Freitas, secretária de Estado da Cultura e Economia Criativa. Ela ressaltou que o apoio do governador Paulo Dantas tem sido crucial para a realização deste projeto, que une cultura, ciência e tecnologia em prol da população.

    O Papel da Ufal na Iniciativa

    A parceria com a Ufal é concretizada através do Laboratório de Gestão Eletrônica de Documentos (Laged), inaugurado em 2024, com um investimento de R$ 200 mil da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal). O laboratório, equipado com tecnologia avançada, atende estudantes de Biblioteconomia e do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação, além de contribuir para projetos de instituições públicas.

    Rosaline Mota, coordenadora do Laged, enfatiza a importância do laboratório: “A digitalização exige um trabalho minucioso e inovador, e sem o Laged não conseguiríamos avançar tão intensamente neste projeto.” Ela explica que a digitalização ajuda a preservar as obras, evitando danos que poderiam ocorrer com o manuseio físico, especialmente considerando a idade dos materiais.

    Formação e Acesso ao Conhecimento

    Além de seu papel na preservação, o Laged também é um espaço de formação para os estudantes. Rosaline destaca que a parceria com a Secult impacta diretamente na formação de bibliotecários, permitindo que os alunos tenham contato prático com o acervo raro, enriquecendo sua formação. “Esse projeto é uma oportunidade única, preparando futuros profissionais para atuar em iniciativas semelhantes,” afirmou.

    Para Mira Dantas, supervisora da Biblioteca, a digitalização é uma forma de garantir que as histórias contadas por cada obra rara sejam compartilhadas e preservadas para as próximas gerações. “Ao priorizarmos os autores alagoanos, estamos não só preservando nossa história, mas também garantindo que a cultura local continue a ser valorizada,” completou.

    biblioteca pública cultura alagoana digitalização de obras raras tecnologia e cultura
    Artigo anteriorCine Filarmônica: Abertura da Temporada 2026 Encanta o Público em Alagoas
    Próximo artigo Maceió Inaugura Primeiro Núcleo do Programa Seleções do Futuro | Oportunidades para Jovens Atletas

    Noticias relacionadas

    Cultura

    Festival Internacional de Cultura de Maceió: o encontro que colocou a cidade no mapa cultural

    1 de outubro de 2026
    Cultura

    Jaraguá se transforma em palco vibrante da cultura popular no Festival Internacional de Maceió

    26 de setembro de 2026
    • Alagoas
    • Cultura
    • Economia
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Política
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Sobre o Alagoas Informa
    • Política de privacidade
    • Termos de Serviço

    Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.