Aprendizado e Inclusão Cultural
A Prefeitura de Campina Grande, através da Secretaria de Cultura (Secult), dá início na próxima segunda-feira, dia 23, às aulas dos cursos de arte-educação oferecidos pelo Centro Cultural Lourdes Ramalho e pela Estação Cidadania-Cultura. Para este ano letivo, todas as mais de 1.300 vagas disponibilizadas foram rapidamente preenchidas, refletindo o forte interesse da comunidade.
No total, são 21 cursos gratuitos organizados em 76 turmas, abrangendo diversas áreas como artes visuais, dança, teatro, música e cultura popular. Essas atividades são direcionadas a crianças, jovens, adultos e idosos, sublinhando o compromisso da gestão municipal com a inclusão social por meio da cultura.
Cursos Diversificados para Todos os Públicos
Os cursos estão sendo realizados em dois importantes equipamentos culturais da cidade: o Centro Cultural Lourdes Ramalho e a Estação Cidadania-Cultura. Com essa iniciativa, a Prefeitura busca democratizar o acesso à formação artística, criando oportunidades valiosas para o surgimento de novos talentos locais.
Entre as modalidades disponíveis, destacam-se Iniciação ao Desenho, Pintura em Tela, Teatro, além de várias linguagens de dança. A grade curricular inclui ainda Violão Popular, Sanfona Nordestina, Pífano, Percussão Nordestina e Capoeira Angola, além de atividades específicas voltadas para a terceira idade, como Ritmos e Dança para 3ª Idade.
A Importância da Formação Artística
André Gomes, secretário de Cultura de Campina Grande, enfatiza que a completa ocupação das vagas é um indicativo da força das políticas culturais do município e do genuíno interesse da população pela formação artística. “A ocupação integral das vagas demonstra que a comunidade valoriza esses espaços de aprendizado. Os cursos de arte-educação são uma política pública consolidada, que garante acesso gratuito à formação cultural, promove inclusão social e contribui para a formação de novos artistas. Investir nesses equipamentos é investir no futuro cultural de Campina Grande”, afirmou o secretário.
Com o início das aulas, os equipamentos culturais retornam à sua rotina de atividades, reafirmando seu papel como centros vibrantes de formação, convivência e transformação social através da arte, essenciais para o desenvolvimento cultural da região.

