Fechar menu
Alagoas Informa
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
    quinta-feira, outubro 29
    Em alta
    • Coruripe de Luxo: Redes Hoteleiras Europeias Transformam Turismo no Litoral Sul
    • Festival BB nos Esportes em Maceió reúne shows gratuitos e competições esportivas
    • Liverpool x Chelsea: Tudo sobre o clássico decisivo pela Copa da Liga Inglesa
    • Tecnologia Grátis Revoluciona Acompanhamento de Neurodivergentes em Alagoas
    • Acidente ferroviário em Toledo deixa 64 mortos e impacta mobilidade na Espanha
    • Encontro em Penedo impulsiona turismo no Sul Fluminense com foco em negócios e inovação
    • Whindersson Nunes leva seu humor afiado para Arapiraca em apresentação única
    • Como Consultar o Local de Prova do Enem 2026 e Preparar-se para o Dia do Exame
    Alagoas InformaAlagoas Informa
    • Home
    • Cultura
    • Economia
    • Em Alta
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Política
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Turismo
    Alagoas Informa
    Início»Economia»Fraude no Setor de Água Mineral em Alagoas Gera Prejuízo de R$ 49 Milhões
    Economia

    Fraude no Setor de Água Mineral em Alagoas Gera Prejuízo de R$ 49 Milhões

    15 de junho de 2026
    Fraude no Setor de Água Mineral em Alagoas Gera Prejuízo de R$ 49 Milhões
    Compartilhar
    Facebook Twitter E-mail LinkedIn WhatsApp Copiar link

    Operação Watergate apura fraude no setor de água mineral em Alagoas

    Nove empresas do ramo de água mineral estão sob investigação em Alagoas, após uma operação conjunta deflagrada pelo Ministério Público do Estado e pela Polícia Civil nesta segunda-feira (15). A ação, batizada como Watergate, visa desmontar uma organização criminosa suspeita de sonegação fiscal, fraudes tributárias e lavagem de dinheiro. Estima-se que o rombo aos cofres públicos estaduais ultrapasse R$ 49 milhões.

    Mandados de busca e apreensão e dívidas milionárias

    O Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal e Lavagem de Bens (GAESF), em parceria com a Polícia Civil, cumpriu 15 mandados de busca e apreensão em Maceió. As ordens judiciais, autorizadas pela 17ª Vara Criminal, tiveram como alvo seis pessoas físicas e nove empresas, cujos nomes ainda não foram divulgados. As investigações indicam que a empresa central do grupo acumula débitos de ICMS inscritos em Certidões de Dívida Ativa (CDAs) que somam R$ 9.477.223,91, além de uma dívida administrativa estimada em cerca de R$ 40 milhões.

    Esquema para reduzir carga tributária e ocultar patrimônio

    De acordo com o promotor de Justiça Cyro Blatter, coordenador do GAESF, o grupo utilizava nove empresas para operar o esquema de forma coordenada, reduzindo artificialmente a carga tributária e ocultando patrimônio. A suspeita é de que produtos fossem comercializados entre as empresas do mesmo grupo por valores muito abaixo do mercado, o que impactava diretamente a arrecadação do ICMS em Alagoas.

    “Os valores que deixam de ingressar nos cofres estaduais em razão de fraudes fiscais comprometem investimentos em áreas essenciais e afetam diretamente a população, especialmente os cidadãos em situação de maior vulnerabilidade social”, alertou Blatter.

    Apreensões e incentivos fiscais sob análise

    Durante a operação, foram apreendidas duas armas, drogas e documentos relacionados aos investigados. O Ministério Público também informou que as empresas investigadas receberam incentivos fiscais do Programa de Desenvolvimento Integrado do Estado de Alagoas (Prodesin). Em parceria com a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), os órgãos fiscalizadores vão verificar a regularidade na concessão e uso desses benefícios.

    O Prodesin tem como finalidade impulsionar o desenvolvimento industrial e comercial no estado, promovendo geração de empregos, atração de investimentos e aumento da arrecadação tributária. A correta utilização desses incentivos é crucial para a transparência e eficiência das políticas públicas.

    Medidas judiciais para garantir ressarcimento

    Atendendo a pedido do Ministério Público, a 17ª Vara Criminal da Capital determinou a indisponibilidade dos bens móveis e imóveis dos investigados. A medida cautelar busca assegurar a recuperação dos recursos possivelmente desviados dos cofres públicos e garantir a eficácia das decisões judiciais futuras.

    fraude água mineral incentivos fiscais Alagoas operação Watergate sonegação fiscal Alagoas
    Artigo anteriorUPA de Marechal Deodoro é referência em atendimento ágil e humanizado em Alagoas
    Próximo artigo São João Comunitário em Arapiraca: Tradição, Cultura e Inclusão no Maior Evento Junino do Brasil

    Noticias relacionadas

    Economia

    Acidente ferroviário em Toledo deixa 64 mortos e impacta mobilidade na Espanha

    28 de outubro de 2026
    Economia

    Embratur conecta operadores de seis países a destinos em Sergipe e Alagoas para impulsionar negócios internacionais

    26 de outubro de 2026
    • Alagoas
    • Cultura
    • Economia
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Política
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Sobre o Alagoas Informa
    • Política de privacidade
    • Termos de Serviço

    Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.