Fechar menu
Alagoas Informa
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
    terça-feira, setembro 8
    Em alta
    • Maceió Pop Festival 2026: A Celebração da Cultura Pop em Alagoas com Ebony e Artistas Locais
    • O crescimento dos esportes de areia no litoral de Alagoas: impacto e perspectivas
    • OpenAI apresenta GPT-6 Astra: o modelo que marca o início da Inteligência Artificial Geral
    • Marina JHC desafia hegemonia política em Alagoas e enfrenta desafio no interior
    • NASCAR Cup: Bell vence Larson em Darlington após ultrapassagem decisiva
    • Bancários da Caixa em Alagoas aprovam greve a partir do dia 10 após rejeitar proposta
    • Lei de Cibele Moura reconhece obra de Kara Véia como patrimônio cultural em Alagoas
    • Renegociação de Dívidas: Mais de 4 Mil Produtores em Alagoas Têm Oportunidade de Regularizar Débitos com BNB
    Alagoas InformaAlagoas Informa
    • Home
    • Cultura
    • Economia
    • Em Alta
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Política
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Turismo
    Alagoas Informa
    Início»Cultura»Samba da Periferia: Oficina Percussiva e Debate Cultural Encantam o Theatro Homerinho
    Cultura

    Samba da Periferia: Oficina Percussiva e Debate Cultural Encantam o Theatro Homerinho

    25 de abril de 2026
    Samba da Periferia: Oficina Percussiva e Debate Cultural Encantam o Theatro Homerinho
    Compartilhar
    Facebook Twitter E-mail LinkedIn WhatsApp Copiar link

    Transformando Aprendizado e Cultura

    Um animado som de pandeiro deu início a uma tarde repleta de aprendizado e interação no Theatro Homerinho, localizado no bairro do Jaraguá, em Maceió. A atividade, promovida pelo grupo Samba da Periferia na última sexta-feira (24), foi uma oficina percussiva que conseguiu reunir participantes de todas as idades em uma vivência prática que explorou o universo do samba e da rica cultura popular brasileira. Essa ação está inserida nas iniciativas da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), que busca oferecer maior acesso à cultura por meio do incentivo a projetos que combinam produção artística e formação social.

    A oficina foi conduzida pelo Mestre Dogão, que apresentou os conceitos básicos do pandeiro, desde o reconhecimento do instrumento até a exploração dos primeiros ritmos. O retorno foi surpreendente: logo nos primeiros momentos, os participantes já eram capazes de acompanhar a batida e vivenciar a musicalidade. “Para mim, participar desse momento foi extremamente especial. Eu admiro muito esse grupo e estar presente nesta primeira captação deles é uma honra. Começamos pelo básico, fazendo contato com o instrumento, e já dá para perceber que todos têm ritmo. Em breve, teremos muitos pandeiristas na cidade”, destacou o mestre Dogão.

    Entre os participantes, a professora Amanda Nascimento viu na oficina a oportunidade de aprofundar sua paixão pelo pandeiro. “Sempre gostei de tocar, aprendi algumas coisas pela internet, mas estar aqui é uma experiência diferente. Isso me deixou ainda mais motivada a continuar aprendendo. É claro que temos ritmo e podemos evoluir”, compartilhou.

    Cultura e Sincretismo Religioso

    A oficina destacou um dos grandes propósitos da PNAB: não apenas fomentar eventos culturais, mas também incentivar práticas que devolvem à sociedade o investimento recebido, ampliando o acesso à arte, incentivando novos talentos e fortalecendo a cadeia produtiva cultural.

    Após a oficina, o palco do Theatro Homerinho se transformou em um espaço para um debate sobre a figura de São Jorge, promovendo um olhar mais abrangente sobre seu simbolismo. A roda de conversa contou com a participação de representantes de diversas áreas e tradições religiosas para discutir o Santo Guerreiro e sua relevância no contexto cultural brasileiro, especialmente no samba.

    A ialorixá Mãe Neide Oyá D’Oxum foi uma das convidadas e enfatizou a necessidade de entender o sincretismo religioso como um processo histórico de resistência. “Ogun é Ogun. São Jorge é São Jorge. Nossos ancestrais utilizaram o culto a São Jorge como disfarce, já que não podiam cultuar Ogun. Nos dias de hoje, temos a liberdade de falar sobre isso abertamente, respeitando todas as crenças. Isso é um reconhecimento da nossa história e identidade”, explicou.

    O economista e gestor cultural Vinicius Palmeira também trouxe à tona uma contextualização histórica sobre São Jorge, ressaltando sua importância ao longo de mais de 1.700 anos de história católica e de entre 5 a 7 mil anos de história de Ogun. “Estamos diante de figuras que se tornaram símbolos de fé, ressignificados em vários contextos, inclusive no Brasil, onde se conectam diretamente com a cultura popular e o samba”, enfatizou.

    A roda de conversa ainda contou com a presença de lideranças religiosas, pesquisadores e agentes culturais, promovendo um ambiente de escuta e respeito entre diferentes visões de mundo.

    Cultura como Ferramenta de Desenvolvimento Social

    O evento, ao transformar recursos públicos em ações concretas para a comunidade, ressalta a importância da cultura como uma ferramenta de desenvolvimento social. O samba, além de ser uma celebração, é uma forma de ensinar, conectar e transformar vidas. As atividades realizadas no Theatro Homerinho também preparam o terreno para o evento Samba Pra Jorge, que acontecerá neste sábado (25), no Espaço Armazém. Mais do que um evento musical, o projeto se destaca como uma iniciativa que articula cultura, educação e políticas públicas, ampliando assim o impacto do Samba da Periferia na cidade.

    Serviço:
    Evento: Samba Pra Jorge
    Data: 25 de abril
    Horário: Abertura da casa às 18h
    Local: Espaço Armazém
    Ingressos digitais: Clique aqui

    apoio à cultura popular oficina percussiva Samba da Periferia São Jorge
    Artigo anteriorMaceió Encerra Temporada de Cruzeiros 2025/2026 com Recorde de 37 Escalas e R$ 100 Milhões em Economia
    Próximo artigo Petrobras Fortalece sua Posicionamento na Braskem com Novo Acordo

    Noticias relacionadas

    Cultura

    Maceió Pop Festival 2026: A Celebração da Cultura Pop em Alagoas com Ebony e Artistas Locais

    8 de setembro de 2026
    Cultura

    Lei de Cibele Moura reconhece obra de Kara Véia como patrimônio cultural em Alagoas

    5 de setembro de 2026
    • Alagoas
    • Cultura
    • Economia
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Política
    • Saúde
    • Tecnologia
    • Sobre o Alagoas Informa
    • Política de privacidade
    • Termos de Serviço

    Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.