Um Público Impressionante no Estádio Rei Pelé
No último sábado (28), a primeira partida da final do Campeonato Alagoano encantou os torcedores e trouxe um verdadeiro espetáculo aos amantes do futebol. O Estádio Rei Pelé, em Maceió, registrou um público histórico, com mais de 15 mil pessoas prestigiando o confronto entre CRB e ASA. Ao final da partida, o CRB saiu vitorioso, derrotando o ASA por 3 a 0.
Segundo informações divulgadas pela Federação Alagoana de Futebol (FAF), o borderô da partida revelou que 12.577 torcedores adquiriram ingressos, enquanto 1.569 pessoas foram beneficiadas com a entrada gratuita, além de 941 crianças que também puderam acompanhar a disputa. No total, a presença no Trapichão foi de 15.087 espectadores, consolidando-se como o maior público do futebol alagoano em 2026.
Renda Considerável e Marcação Histórica
A arrecadação com a venda de ingressos também foi expressiva, totalizando uma renda bruta de R$ 305.975,00. Após a dedução das despesas, o CRB ficou com um lucro de R$ 108.358,99. Este resultado não apenas reflete a paixão dos torcedores, mas também destaca a importância econômica desses eventos para o futebol local.
O jogo deste sábado se tornou um marco, sendo o maior público do ano até agora no cenário esportivo alagoano. Antes disso, os clássicos entre CSA e CRB haviam dominado as atenções, mas nenhum havia alcançado esse patamar de público.
Destaques em Campo e o Caminho para o Pentacampeonato
Em campo, o CRB mostrou sua força, com destaque para os gols marcados por Mikael, que balançou as redes duas vezes, e Douglas Baggio, que contribuiu com mais um gol, solidificando a vantagem da equipe. Com este resultado, o CRB se aproxima da conquista do pentacampeonato alagoano, um feito inédito na história do futebol do estado.
O clima de expectativa agora se volta para o segundo e decisivo confronto, que ocorrerá no próximo sábado (7), às 16h, no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca. Para o ASA, a missão é clara: apenas uma vitória com uma margem expressiva de gols poderá garantir o título, algo que não acontece há 15 anos.

